Mostrar mensagens com a etiqueta Paisagens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Paisagens. Mostrar todas as mensagens

sábado, 3 de novembro de 2012

«Uma imagem vale mais do que mil palavras»



Após ouvir falar sobre uma nova aplicação que está bastante na moda – Instagram -, decidi ceder à tentação e começar a utilizá-la!

Bem, digamos que esta aplicação permite-nos mostrar fotografias aos nossos amigos, colocar o tão famoso “gosto” e escrever comentários. Existe, ainda, a possibilidade de alterar ligeiramente a fotografia no que toca à luminosidade e à cor.

Na minha perspectiva não poderia encontrar melhor aplicação para maravilhar os meus amigos com fotografias tiradas durante a minha Vida (sem transformar-me numa ‘badalhoca’) e nas fotos futuras.

Neste sentido, aqui fica o meu apelido do Instagram para quem me quiser adicionar:


Obrigado por tudo!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

2000 visualizações: Obrigado!




 
E é assim que o tempo passa rápido... 
Foi há cerca de um ano que dei vida a este pequeno espaço para expor as minhas aventuras por este Mundo fora.  Hoje a fasquia das 2000 visualizações foi atingida!
Acho que está na altura ideal para começar a fazer umas remodelações e tornar este Blogue mais confortável para todos vocês. Sim, sem vocês estimados leitores, este Blogue não teria piada nenhuma (como diria o outro senhor)!

Mais uma vez, obrigado pela vossa visita e garanto-vos que são sempre bem-vindos/as!
 
Até breve! 

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

À conquista do deserto Kuwaitiano!


Durante o mês do Ramadão, todos os trabalhadores do Kuwait têm o horário de trabalho reduzido. Este tempo livre permitiu-me fazer algo que me importunava há algum tempo: ver camelos no seu meio natural e ir ao deserto.

O Kuwait é um dos países Árabes cujo horário de trabalho, durante o presente mês do Ramadão, é limitado a um máximo de 6 horas por dia. Este facto faz com que eu tenha mais tempo disponível para explorar verdadeiramente o Kuwait.

Há uns dias, decidi aventurar-me com alguns dos meus amigos Tugas por “terras nunca antes percorridas”. Qual era o objectivo inicial? Ir até junto ao Iraque. Esta intenção não passou disso mesmo, pois o mais próximo que poderíamos estar do Iraque seria por esta imagem (um toque de sarcasmo por parte de um dos Tugas):


Depois de percorrermos quilómetros e quilómetros numa autoestrada rodeada por um deserto interminável (finalmente estava no deserto!), decidimos desviar a nossa rota e aventurarmo-nos por um dos (poucos) desvios dessa via rápida. Andamos um pouco até que avistámos camelos ao longe. Este avistamento longínquo já me tinha saciado a vontade de ver camelos no deserto, porém eis que…




... havia alguns camelos mesmo junto da estrada a vasculhar o lixo. Aproximamo-nos deles com algum receio (estes camelos andam literalmente à solta; os donos vivem em tendas montadas no meio do nada [ou será no meio de tudo, na perspectiva destes nómadas?!]) e uma das Tugas decidiu sair do carro para tirar umas fotografias junto dos bichos. Bem, como os animais estavam entretidos a comer aquilo a que chamamos de lixo, conseguimos tirar umas fotografias de verdadeiros aventureiros! Quando chegou a minha vez de ser alvo da óptica do telemóvel, eis que um dos camelos decidiu aproximar-se de nós! Digamos que me ia borrando de medo (desculpem-me as palavras)!!!

Seguindo a nossa viagem, desta vez junto do mar, encontramos camelos mais claros (não sabia que havia camelos desta cor…).




Retomamos, posteriormente, o nosso rumo até que decidimos voltar para trás devido à enorme distância que ainda se avizinhava até ao Iraque…

Principal impressão desta aventura: o Kuwait é muito maior do que alguma vez tinha calculado. Passei todos estes meses (já por aqui ando há 11 meses!) dentro da zona habitada e desconhecia, por completo, este imenso deserto à espera de ser conquistado pelo betão.

Ficam aqui mais algumas imagens, desta vez, do deserto:





 Até à próxima aventura! 

 

terça-feira, 22 de maio de 2012

Apesar da pausa...


Já estou muito próximo de fazer 9 meses que me encontro a viver/trabalhar e a explorar o Kuwait (dentro do pouco tempo livre que tenho…).

Este último mês (bolas, há cerca de um mês que não escrevo nada no meu Blogue?!) foi deveras complexo em termos profissionais: um dos meus colegas despediu-se, o meu colega Tuga esteve uma semana no Dubai e um outro estava de férias na Europa e, por incrível que pareça, perdeu o passaporte e não sabe, assim, quando poderá regressar (como é possível perder a única forma de sairmos de um determinado sítio?!...). Com tudo isto, estive duas semanas sem folga e a trabalhar muitas horas de seguida (ontem estive finalmente de folga!).

Durante este período, tive oportunidade de tomar plena consciência de como somos seres muito “estranhos” nomeadamente com uma pessoa que cruzou a minha Vida que emanava uma carga energética muito negra e pesada. Refiro-me precisamente ao meu colega que se demitiu… há momentos da nossa Vida em que começamos a conhecer melhor as pessoas que se encontram ao nosso redor ou, noutro perspectiva, essas mesmas pessoas começam verdadeiramente a mostrar o que são (como que o seu verdadeiro Ser despertasse ou rasgasse a máscara que sempre o disfarçou). Posto isto e ao fim de tantos conselhos, tantos exemplos dados, tanto apoio prestado, deixei-o seguir o seu caminho… como me alertou um amigo (obrigado, David, pelo ensinamento) há determinados acontecimentos próprios de cada pessoa que devemos deixar seguir o seu fluxo sem interferência da nossa parte , limitando-nos a observar o evoluir da situação (será esta uma forma de as pessoas “aprenderem” a limpar o seu próprio Karma?).

Deixando aprendizagens, conselhos e vibrações pesadas à parte, encontrei (suponho pois ainda está numa fase muito inicial) o que procurava e mesmo o que me interrogava há muito tempo: «Se há tantos Indianos a viver neste país, como é possível não existir?». Há uns dias, finalmente tive tempo para trocar dois dedos de conversa com o tailor (costureiro, modista, alfaiate; também ele Indiano) que trabalha connosco. É inacreditável como ele abriu uma revista (diria mesmo, "a" revista) junto de tantas outras e perguntou-me quem era aquela pessoa presente numa das páginas: Gandhi!  Fiquei surpreso com o início daquela temática! De seguida, perguntei-lhe se conhecia Deepak Chopra. Claramente que ele conhece! Indiquei-lhe que tenho e estou a ler algumas obras deste Senhor… Logo de seguida – como se uma avalanche de interrogações comandasse a nossa conversa - perguntei-lhe se praticava Yoga e Meditação. Conversa puxa conversa, levantei algumas questões sobre Medicina Ayurvédica (tema que conhecia perfeitamente)! Bem, já parecíamos dois Indianos a falar com tanto entusiasmo e brilho nos olhos! Por fim, o que realmente pretendia saber: a existência de um Centro/Espaço que proporcionasse a prática/aprendizagem/partilha destes ensinamentos. Então não é que, para minha alegria, existe um próximo de minha casa?! Bem, este é um assunto ainda numa fase muito embrionário e que será narrado em futuras entradas deste Blogue!

Ainda mais um tema para concluir, descobri mais uma Portuguesa no Kuwait (na verdade, ela é que me descobriu através deste Blogue!). Chama-se Sandra e pretendo conhecê-la em breve!

Claro que durante todo este tempo aconteceram muitas outras coisas na minha Vida, mas esses outros assuntos não são para expor publicamente. Quem tiver curiosidade que pergunte, porém não garanto que irei responder...

Obrigado por tudo!



domingo, 4 de dezembro de 2011

À conquista do Mundo - Kuwait V

Carne de Camelo???!!! [21 de Setembro de 2011]

Hoje faz três semanas que estou no Kuwait e aproveitei para visitar/ir às compras no maior centro comercial deste país: “The Avenues”.

Liguei para o “meu” Taxista (sim, já tenho uma espécie de taxista particular) e lá fui eu…

Logo junto à entrada principal há um IKEA depois lojas, cafés, lojas, cafés, lojas, cafés e um Carrefour. Bem, em Portugal costumamos ter uma zona de restauração, um hipermercado e lojas distribuídas por áreas. Neste centro temos cafés, pastelarias e restaurantes espalhados por todo o lado.

O meu primeiro objectivo era encontrar um Mc Donalds para almoçar e depois explorar o desconhecido. Percorri o Avenues de uma ponta à outra até que de repente encontrei o que procurava (confesso que senti-me um pouco desconfortável pois toda a gente olhava para mim como se fosse um ET… não é de admirar pois ver um branquinho no meio de tanta gente morena… Até um miúdo teve a lata de agarrar o meu braço assim do nada e começar a rir. Tenho cara de palhaço??!!). Lá pedi o meu menu (Mc Chicken que custa cerca de 3 euros) e a empregada Filipina (parecia que estava num Mc das Filipinas por todos os funcionários, aparentemente, provirem deste país) perguntou-me de onde era. Eu disse-lhe que era de Portugal e a rapariga ficou com cara de quem não fazia a mínima ideia do que é isso de “Portugal”. Comi e segui viagem.

Tantas marcas que nunca tinha visto na Vida… Entrei em algumas destas lojas desconhecidas para além da Zara, da Pull and Bear, da H & M e da Bershka. Os preços das roupas são cerca de 10 euros mais caros em relação ao nosso país. A H & M é mesmo para esquecer pois mais parecia aqueles armazéns abarrotados de roupa, enfim não gostei… Comprei umas calças estilo desportivo de algodão (aqui toda a gente usa calças ou calções deste tipo) na Bershka e fui explorar o Carrefour.

No Carrefour comprei algumas coisas baratas! Adoro ver aquelas bancadas enormes com mil e uma especiarias à venda avulsa (então e o cheiro tão oriental?! Que bom…), bancadas com frutos secos igualmente avulso, azeitonas tão diferentes…, e tâmaras? Tanta variedade… Segui, então, para o talho e deparo-me com isto:




CARNE DE CAMELO!!! Já vi carne de cavalo, de avestruz, agora de camelo??!! Não comem carne de porco e comem C-A-M-E-L-O (eu sei o motivo de não comerem porco, mas este ponto vai ser tema de uma nota futura). Ao lado temos a peixaria com os “famosos” peixes vivos. Fica aqui uma foto dos coitados:



Terminadas as minhas compras, liguei para o meu taxista e segui viagem até casa (Vejam o lindo por do sol do Kuwait no final da página). No caminho vejo um enorme placar com uma rapariga e algumas coisas escritas em Árabe e um número de telefone com a única coisa em inglês: “Hot line”. Não me digam que as páginas da Internet relacionadas com o erotismo e pornografia estão bloqueadas para depois termos estes cartazes gigantes junto às auto-estradas? Não consigo perceber este ponto…

Resumindo, os preços da roupa e alimentação são mais caros em comparação a Portugal, mas parte explica-se pelo facto do Dinar do Kuwait e o Euro terem uma taxa de câmbio muito diferente.

Até à próxima aventura! =)